03 maio 2026

Washington afirma: rejeitar nomes que apoiam o presidente é um “grande equívoco


A declaração do dirigente partidário Washington Luiz reforça o movimento de articulação política no Maranhão em torno da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da formação de uma base sólida para as eleições proporcionais.

Segundo ele, o Partido dos Trabalhadores aposta em alianças amplas nos estados como caminho para consolidar um projeto de mudanças estruturais no país. No cenário maranhense, essa estratégia ganha peso diante das disputas locais e da necessidade de unificar forças políticas em torno de candidaturas alinhadas ao governo federal.

Washington Luiz destacou ainda que rejeitar nomes que apoiam o presidente é um “grande equívoco”, defendendo que a convergência entre lideranças será decisiva para o desempenho eleitoral no estado.




02 maio 2026

Deputados federais reforçam apoio a Dr. Hilton Gonçalo em agenda no Dia do Trabalhador

O pré-candidato ao Senado, Hilton Gonçalo, cumpriu uma intensa agenda política no feriado do Dia do Trabalhador, passando por três municípios do Maranhão e reforçando alianças importantes para o projeto eleitoral de 2026.

A programação teve início em Bacabeira, onde Hilton participou da tradicional Festa do Trabalhador. O evento reuniu lideranças políticas, incluindo os deputados federais Cleber Verde e Júnior Lourenço, ambos do MDB, que declararam apoio à pré-candidatura de Hilton ao Senado. A celebração foi coordenada pela prefeita Naila Gonçalo e contou ainda com o apoio do deputado estadual Ariston.

Em seguida, Hilton Gonçalo seguiu para Santa Rita, onde também participou da Festa do Trabalhador, organizada pelo prefeito Milton Gonçalo. O evento ganhou ainda mais força com a presença do deputado federal Marreca Filho, que também manifestou apoio ao projeto de Hilton ao Senado. Assim como em Bacabeira, os parlamentares Cleber Verde e Júnior Lourenço marcaram presença.

Encerrando a agenda do dia, Hilton esteve no município de Morros, onde participou da Corrida do Trabalhador ao lado do prefeito Paraíba. O gestor municipal foi um dos primeiros a declarar apoio à pré-candidatura de Hilton Gonçalo ao Senado.

A movimentação reforça a articulação política do pré-candidato, ampliando sua base de apoios e consolidando sua presença em diferentes regiões do estado.





Será que o eleitor ainda cai nessa?


São José de Ribamar, a terceira maior cidade do Maranhão, volta a viver um velho roteiro em período eleitoral. Como um “quartel de Abrantes”, o município se torna alvo de candidatos que aparecem do nada, ocupam espaços, fazem barulho, e somem logo depois das urnas.

O discurso é sempre o mesmo: promessas, críticas à gestão municipal e a velha narrativa de que “agora vai”. Mas basta olhar para trás para perceber um detalhe que não pode mais passar despercebido: onde estão os investimentos?

Quantos desses candidatos que hoje criticam a prefeitura destinaram emendas para a cidade? Quantos ajudaram, de fato, a melhorar a infraestrutura, a saúde, a educação ou qualquer área essencial do município? A resposta, na maioria dos casos, é simples, não ajudaram.

É fácil subir o tom contra o prefeito ou contra a gestão quando não se tem histórico de contribuição. Difícil é apresentar resultados concretos, mostrar obras, recursos destinados, presença política contínua. Difícil é provar compromisso real com São José de Ribamar fora do período eleitoral.

E junto desses candidatos, surgem também os “caroneiros de plantão”, que se aproveitam de lideranças locais e do momento político para tentar crescer sem apresentar propostas sólidas ou qualquer histórico de atuação pela cidade.

A estratégia é clara: aparecer agora, ganhar votos e desaparecer depois. Diante disso, fica a pergunta que ecoa cada vez mais forte: será que o eleitor ainda cai nessa?

O voto não pode ser baseado apenas em discurso. Precisa ser baseado em histórico, em entrega, em compromisso. Porque, no fim das contas, quem não investe na cidade durante o mandato dificilmente vai transformar a realidade dela depois.

01 maio 2026

Weverton Rocha revela abatimento com a decisão do Senado de rejeitar a indicação de Jorge Messias ao STF


O senador Weverton Rocha manifestou frustração após o Senado Federal do Brasil rejeitar a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF). Relator do processo na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, Weverton afirmou que acompanhou de perto a trajetória do indicado ao longo de quatro meses e consolidou uma avaliação positiva sobre sua capacidade técnica e perfil institucional.

Segundo o parlamentar, Messias reúne “grande conhecimento jurídico”, além de ser “ponderado” e demonstrar disposição para contribuir com uma Suprema Corte “equilibrada e justa”. A rejeição pelo plenário, no entanto, interrompeu o avanço da indicação, gerando reação de desapontamento por parte do relator



Weverton destacou que, apesar da decisão soberana do Senado, ainda mantém a expectativa de que o nome de Messias possa ser reapresentado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Para ele, uma eventual nova indicação abriria espaço para que os senadores reavaliem o caso.

A manifestação ocorre em meio a debates sobre critérios políticos e técnicos nas escolhas para o STF, além do papel do Senado no processo de sabatina e aprovação de ministros da Corte.

Com informações do Blog Diego Emir 

30 abril 2026

Alcolumbre faz manobra em veto e abre caminho para reduzir pena de Bolsonaro


O presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre, realizou uma manobra durante sessão desta quinta-feira (30) que pode abrir caminho para a redução de penas do ex-presidente Jair Bolsonaro e de outros condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023.

A decisão ocorreu durante a análise dos vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao chamado PL da Dosimetria. Alcolumbre retirou da votação um trecho específico que poderia beneficiar condenados por crimes hediondos e integrantes de facções criminosas.

Entenda a manobra

Na prática, Alcolumbre fez um “desmembramento” do veto presidencial, separando dispositivos do projeto para que parte deles não fosse analisada pelo Congresso.

A medida não é considerada usual, já que, em casos de veto integral, o procedimento padrão é votar o texto como um todo, sem excluir trechos específicos.

Com a decisão, fica aberta a possibilidade de o Congresso derrubar parcialmente o veto de Lula e reduzir penas de condenados pelos atos golpistas — sem alterar regras mais rígidas aplicadas a crimes graves.

O que muda com a decisão

Sem a exclusão feita por Alcolumbre, a derrubada integral do veto poderia gerar efeitos mais amplos. Entre eles:

- Facilitar a progressão de regime para condenados por crimes hediondos

- Beneficiar integrantes de facções criminosas

- Contradizer regras estabelecidas pela chamada Lei Antifacção

Ao retirar esse trecho da análise, o presidente do Congresso evitou que essas mudanças fossem automaticamente retomadas.

Justificativas apresentadas

Alcolumbre argumentou que a decisão levou em conta dois fatores principais:

Temporalidade: a Lei Antifacção foi aprovada posteriormente ao PL da Dosimetria, o que faria suas regras prevalecerem

Intenção do legislador: segundo ele, o projeto da dosimetria não tinha como objetivo alterar critérios de progressão de regime

De acordo com o senador, restabelecer esses dispositivos poderia contrariar tanto o objetivo original da proposta quanto leis mais recentes aprovadas pelo Congresso.

Impacto político e jurídico

A medida ocorre em meio à análise de propostas que tratam da redução de penas para condenados pelos atos de 8 de janeiro, incluindo aliados de Bolsonaro.

Com a manobra, o Congresso pode avançar na discussão sobre a dosimetria das penas desses casos sem ampliar benefícios a condenados por crimes considerados mais graves.