25 março 2026

Atlas/Bloomberg: Flávio Bolsonaro lidera 2º turno contra Lula, dentro da margem de erro


Nova sondagem Atlas/Bloomberg, divulgada nesta quinta-feira (25), aponta um cenário de polarização acirrada para a sucessão presidencial. No principal recorte, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece com 47,6% das intenções de voto em um eventual segundo turno, contra 46,6% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Considerando a margem de erro de um ponto percentual, os dois candidatos estão em situação de empate técnico. O grupo de indecisos, brancos e nulos soma 5,8%. Em comparação ao levantamento de fevereiro, Flávio cresceu 1,3 ponto, enquanto Lula oscilou 0,4 ponto para cima.

A pesquisa também testou o atual presidente contra outros nomes da direita e centro-direita. Confira os resultados:

A Atlas/Bloomberg simulou ainda embates com figuras que, por razões políticas ou jurídicas, não estão formalmente no páreo:Tarcísio de Freitas (Republicanos): 

- O governador de São Paulo venceria numericamente com 47,2% contra 46,3% de Lula.

- Michelle Bolsonaro (PL): A ex-primeira-dama aparece com 47%, enquanto o petista tem 46,8%. 

- Jair Bolsonaro (PL): Mesmo inelegível, o ex-presidente teria 47,4% contra 46,6% de Lula — uma inversão do resultado de 2022, quando Lula venceu com 50,9% dos votos válidos.

A pesquisa ouviu 5.028 brasileiros via recrutamento digital aleatório entre 18 e 23 de março. O nível de confiança é de 95% e o levantamento está registrado no TSE sob o número BR-04227/2026.

Lula lidera primeiro turno

O atual presidente lidera todos os cenários de primeiro turno testados pela pesquisa, seguido por Flávio ou Tarcísio, que já declarou apoio ao filho do ex-presidente.

No cenário hoje considerado mais provável, com Ronaldo Caiado como candidato do PSD, Lula teria 45,9%, enquanto Flávio Bolsonaro apareceria com 40,1%. Na sequência apareceriam: Renan Santos (Missão), com 4,4%; Caiado, com 3,7%; Romeu Zema (Novo), com 3,1%; e Aldo Rebelo, com 0,6%. Brancos e nulos seriam 1,9% e os que não souberam responder são 0,3%.

Se o candidato do PSD for o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, Lula teria 45,5% e Flávio somaria 42,4%. Na sequência, Renan Santos teria 4,6%, Renan Santos registraria 3,7%, Eduardo Leite teria 1,2% e Aldo Rebelo ficaria com 0,8%. Neste caso, os brancos e nulos seriam 1,6% e os que não souberam responder seriam 0,3%.

Já em um cenário, em que Lula é substituído pelo ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT), Flávio Bolsonaro aparece à frente, com 40,1% das intenções de voto, contra 37,6% do petista. Na última semana, Haddad anunciou a pré-candidatura ao governo de São Paulo.

A pesquisa também questionou qual dos possíveis resultados da eleição causa mais medo aos eleitores. Para 47,4%, a maior preocupação é a reeleição de Lula, enquanto 44,5% apontam a eleição de Flávio Bolsonaro. Outros 7,4% afirmam que ambos os cenários os preocupam igualmente.

REFLEXÃO DA SEMANA: POBRE MENINA RICA

Por Antônio Marques

Eliziane Gama tenta de todas as formas possíveis e imaginárias se agarrar a um grupo político. Mas a sua passagem desastrosa pelo Senado Federal e seu pífio desempenho na CPMI do COVID 19 parece ter sepultado de vez sua reeleição.

Em descrédito com os cristãos que tanto lhe apoiaram durante anos de sua carreira política, vimo, hoje, o resultado do descaso que começou a partir do momento que a senadora começou a apoiar e votar a favor de pautas que vão na contramão do que é ser e se portar como cristão.

Eliziane está desesperada e só pensando em seu próprio umbigo e sentindo o peso das mãos de Deus, pois o não compromisso com seus irmãos em Cristo, a soberba e o deslumbre a trouxeram ao fundo do poço em que se encontra.

Requerimento para abertura de CPI contra Felipe Camarão é lido na Alema


Foi lido na sessão desta quarta-feira, 25, o requerimento para abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) com o objetivo de aprofundar apurações sobre fatos relatados pelo procurador-geral de Justiça do Maranhão, Danilo de Castro, em um pedido de afastamento do vice-governador Felipe Camarão (PT) encaminhado à Justiça estadual.

O MP maranhense pediu o afastamento cautelar do vice-governador no âmbito de uma investigação que apura movimentações financeiras consideradas incompatíveis com a renda declarada e o uso de terceiros para circulação de recursos. O pedido também atinge os policiais militares Thiago Brasil Arruda e Alexandre Guimarães Nascimento.

Nas redes sociais, Camarão protestou contra o que chamou de “desespero coronelista e oligarca do dia”. Segundo ele, a CPI seria mais um ato do governo contra si para “limpar o terreno” e possibilitar a renúncia de Brandão para disputar o Senado, ao mesmo tempo em que se garantiria uma eleição indireta para o governo, via Legislativo, com Orleans Brandão (MDB) como candidato.

“Depois de um desastrado, espúrio e ilegal pedido de afastamento no TJ, o titio anuncia uma suposta CPI na Assembléia contra mim para limpar terreno para a eleição do sobrinho. Desespero? Golpe? Jogo sujo? Medo da derrota? Resistirei!”, disse.

Após a leitura do expediente, caberá à Mesa Diretora determinar a abertura dos trabalhos, após receber as indicações de membros feitas pelos blocos e partidos.

24 março 2026

ELEIÇÕES 2026: PSDB filia deputado federal Juscelino Filho e prefeitos no Maranhão


O deputado federal Juscelino Filho oficializou, nesta terça-feira (24), sua filiação ao Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB). O ato foi realizado em Brasília/DF e reuniu lideranças nacionais da legenda e aliados políticos do parlamentar. O movimento marca um novo momento na trajetória política de Juscelino e também na estratégia do PSDB, que aposta no fortalecimento de sua presença em estados considerados prioritários, como o Maranhão.

O convite para a filiação foi feito pelo presidente nacional da legenda, deputado federal Aécio Neves (MG), que ressaltou a importância da chegada do parlamentar ao PSDB. “Juscelino Filho, seja muito bem-vindo ao PSDB, um partido com história e com um projeto relevante para o Brasil. Tenho convicção de que construiremos uma bancada forte e atuante no Congresso Nacional. Recebemos sua filiação com a certeza de que a política é instrumento de transformação da vida das pessoas, especialmente do povo maranhense”, afirmou Aécio.

Com a chegada de Juscelino Filho, o PSDB inicia uma nova fase no Maranhão, com a instalação de uma comissão provisória responsável pela condução da transição e reorganização partidária. A expectativa é de ampliação da base, com a adesão de prefeitos, vereadores e lideranças regionais, especialmente em um ano eleitoral.


Em processo de reposicionamento em nível nacional, o PSDB aposta na forte atuação municipalista de Juscelino para ampliar o diálogo político em todas as regiões do estado. Nos próximos dias, o parlamentar deve intensificar sua agenda, articulando a formação de um grupo sólido e competitivo. “Vamos ampliar nossas conversas nas próximas semanas, reunindo importantes lideranças políticas para construir uma força ativa e representativa no Maranhão”, concluiu Juscelino Filho.

O ato contou com a presença de diversas lideranças políticas maranhenses, entre elas os prefeitos Jayme Fonseca (Carolina), Marlene Miranda (Bom Lugar), Deibson Balé (Trizidela do Vale), Adailson Machado (Paulo Ramos), Ademar Fogoió (Vitorino Freire), Daniel Sena (Governador Newton Bello), Márcio Viana (Godofredo Viana) e Ataíde do Posto (Lago do Junco), além da ex-prefeita de Satubinha, Dulcinha Maciel, e do vereador e secretário municipal de Educação de Vitorino Freire, Edinaldo da Tia Telma.

André Fufuca tenta vender “gestão de sucesso”, mas realidade expõe baixa popularidade e denúncias


O ministro do Esporte, André Fufuca, apresentou nesta quarta-feira (18), na Câmara dos Deputados, um balanço robusto de sua gestão antes de deixar o cargo, no final de março, para retomar seu mandato parlamentar e focar na disputa eleitoral de 2026.

O ministro do Esporte, André Fufuca, apresentou na Câmara dos Deputados (18), um balanço otimista de sua gestão antes de deixar o cargo e focar nas eleições de 2026. Com destaque para aumento de orçamento, obras e programas sociais, o discurso seguiu a linha de missão cumprida. Mas, fora do discurso, a realidade é outra. Ao apresentar esse balanço, o ministro tenta vender um cenário que não corresponde ao que vem sendo apontado, passando a impressão de que quer enganar a população.

Um ranking recente colocou Fufuca como o menos popular e pior avaliado do governo Lula, o que já mostra um contraste com o “balanço robusto” apresentado. Além disso, reportagens do Metrópoles apontaram que, ainda como deputado, ele destinou recursos de emenda parlamentar para uma empresa considerada fantasma, ligada a suspeitas de desvio de verbas públicas, o que levanta questionamentos sobre sua trajetória.

Médico de formação e com carreira política iniciada sob influência do pai, ex-prefeito de Alto Alegre do Pindaré, Fufuca agora deixa o ministério mirando 2026. Mas a tentativa de sair com imagem positiva esbarra em críticas, investigações e baixa popularidade. No fim, o discurso de legado pode até agradar aliados, mas não apaga as dúvidas que seguem rondando seu nome.