Um segurança pessoal e nomeado pra Guarda Municipal e Segurança particular do prefeito de Turiaçu, conhecido como Judson, foi gravado agredindo um jovem em praça pública na cidade.
De acordo com informações da população, não é a primeira vez que o mesmo comete esse tipo de violência na cidade de Turiaçu, isso mostra como anda o clima na cidade durante o mandato do atual prefeito.
A vitima foi encaminhado para o hospital do município com suspeita de trauma no braço.
Um homem que deveria zelar pela ordem e segurança, tem um histórico de agressões, vamos imaginar como estão sendo feitas as pessoas para esses cargos tão importantes. Um situação que deixa a população do município em um verdadeiro pânico.
A Agrasty Construções LTDA, empresa de engenharia pertencente a Ricardo Pereira Barros, celebrou um novo contrato com a gestão do prefeito Eduardo Braide (PSD) em São Luís. Pela nova prestação de serviços, desta vez à Secretaria Municipal de Ensino (Semed), a empresa receberá R$ 12.648.923,54.
O objeto da contratação é a prestação de serviços de manutenção preventiva e corretiva de edificações vinculadas à secretaria, segundo o termo de homologação publicado na última quarta-feira (28).
Ricardo Barros é irmão do ex-deputado estadual e ex-secretário de Infraestrutura (Sinfra) do Maranhão, Max Barros. Na administração de Eduardo Braide, a empresa já ostenta contratos desde 2021, junto à pasta de Obras e Serviços Públicos (Semosp), comandada pelo engenheiro David Col Debella.
A Agrasty também possui contratos junto ao Governo do Maranhão desde as administrações de Flávio Dino.
A Polícia Civil investiga um soldado do Corpo de Bombeiros acusado de aplicar golpes milionários, simulando ser investidor do mercado financeiro. Prometendo ganhos estratosféricos, o militar Francimar Lopes do Carmo Júnior, 32 anos, fez com que um Pastor amargasse um prejuízo de R$ 500 mil.
O militar teria feito pelo menos outras duas vítimas, além do pastor. Com a garantia de ter a identidade preservada, o líder evangélico contou detalhes de como perdeu meio milhão de reais após cair no golpe do bombeiro.
O pastor conheceu a família de Francimar ainda em 2012, mas deixou o país e retornou em 2020, quando reencontrou as pessoas. Durante o contato, as conversas sobre investimento e operações no mercado financeiro se intensificaram.
Habilidoso com as palavras e demonstrando conhecimento sobre operações complexas, que, segundo ele, renderiam muitos dividendos, o bombeiro convenceu o pastor a investir R$ 39 mil em uma empresa. O aporte renderia 5% ao mês e, de fato, o lucro passou a pingar na conta do pastor. “Ele passou a fazer pequenos depósitos na minha conta como se fosse o rendimento de juros”, disse.
Mais prejuízo
Confiando que o negócio fosse vantajoso, a vítima investiu mais R$ 80 mil no que seria uma aplicação certeira. “Acabei perdendo esse dinheiro e ele me convenceu a pegar um empréstimo no banco de R$ 400 mil. Francimar disse que já havia feito estes empréstimos, refinanciando a própria casa e ganhando dinheiro”, explicou.
Quando estava desolado com a perda do dinheiro, o militar foi até a casa do pastor e disse que o ajudaria. Quando chegou ao local, o soldado pediu que a vítima desbloqueasse o celular e fez um depósito de R$ 369 mil na conta de sua própria companheira. Algum tempo depois, as pequenas quantias continuaram sendo depositadas na conta do pastor.
No entanto, após um ano de investimento, a vítima pediu para que o dinheiro aportado fosse todo devolvido, mas não tornou a ver a quantia. O militar passou a protelar e criar desculpas para devolver o dinheiro do religioso. “Cheguei a pedir para a mãe dele que devolvesse o dinheiro, mas todos estão envolvidos nos golpes. O dinheiro das vítimas costuma ser depositado nas contas da mulher, do pai e da mãe. Esse golpista não tem nada no nome dele, nem imóvel, nem carros”, disse a vítima.
Contato bloqueado
Com as constantes cobranças, o pastor acabou sendo bloqueado no WhatsApp pela mãe do bombeiro. O golpista seguia alegando que devolveria o dinheiro, o que jamais ocorreu. As cobranças se arrastaram por mais de dois anos, até que a vítima resolveu procurar a Polícia Civil e registrar ocorrência.
Mesmo assim, o pastor ainda acreditou na palavra do bombeiro e emprestou seu carro para o falso investidor, com a garantia de que o militar pagassem um valor pelo aluguel. Depois de quatro meses utilizando o veículo, o bombeiro fez a devolução ao pastor mas não pagou os valores acordados. Além disso, o carro foi devolvido com uma série de multas.
Depois de perseguir locutores de rádio que ironizaram seu excesso de peso, de bater boca com oposicionistas em tumultuadas sessões do Congresso Nacional e de quase sair no tapa com um transeunte que o chamou de ladrão em Brasília, o ministro da Justiça Flávio Dino (PSB) resolveu entrar em uma nova praça de guerra.
Ele botou na cabeça que as redes sociais, os algoritmos que fazem funcionar as ferramentas digitais e, sobretudos, a Inteligência Artificial podem escravizar toda a humanidade.
Em palestras esta semana no Fórum Jurídico de Lisboa, o comunista maranhense desfiou sua verborragia intelectual erudita para defender abertamente o controle, pelo Estado, de tudo o que diz respeito à Internet, sob pena de se ter uma sociedade de escravos dos “seres digitais” que comandam as redes.
Fazendo uma comparação com as praças públicas da antiga Grécia, onde as elites iam para discutir os assuntos político-sociais – mas deixavam de fora escravos e os mais pobres – Dino vê nos logaritmos e na IA um de risco de, ao contrário da antiga Ágora, tornar escrava toda a sociedade mundial.
– Será que as redes trazem emancipação, libertação, ou, em certa medida podem produzir uma praça tão defeituosa, em que o problema não se cuida da exclusão dos escravos, tal qual a ágora antiga, e sim a tentativa de transformar todos em larga medida em escravos? – perguntou Dino, em uma viagem conceitual pouco acessível aos não-iniciados.
A cultura e a erudição de Flávio Dino são inquestionáveis; mas o poder dado a ele pelo Ministério da Justiça pode estar exacerbando seu autoritarismo natural, fruto da juizite de seus anos como magistrado.
Esta postura foi revelada pela primeira vez no blog, ainda durante as eleições de 2014, no post “Autoritário, Flávio Dinbo judicializa campanha eleitoral”.
– Na concepção de estado do chefão comunista, é proibido pensar diferente dele. Jornalistas, intelectuais e até políticos são obrigados a seguir sua cartilha, ordenada como numa mesa de júri; e até pesquisas eleitorais que não o agradam são proibidas por seus tentáculos judiciais. A imagem de ditador começa a ganhar corpo em sua personalidade.
E essa sanha de censura e controle de tudo o que pode questioná-lo – tal qual um Don Quixote da modernidade – deixa sua erudição no nível, por exemplo, de personagens folclóricos de romances e tramas novelescas, que saem às praças para gritar profecias que tendem a nunca se cumprir.
O próprio Dino reconhece o viés de autoritarismo e censura de suas pregações; tanto que, em outro trecho de sua palestra em Lisboa, chegou a tentar justificar a ação do estado como necessária diante da velocidade do avanço tecnológico.
– Nós precisamos de processo decisório estatal – e aqui me refiro aso três poderes do estado – que seja capaz de, mais ou menos, contrastar com esta velocidade alucinante desta fase da revolução científico-tecnológica – afirmou o ministro brasileiro, para deixar claro:
– Não podemos abrir mão da ideia de regulação.
Dino tenta parar a revolução tecnológica e o acesso cada vez mais democrático à informação por que está no topo da cadeia de poder no Brasil, ao lado das elites do Poder Judiciário, de mega empresários internacionais e barões da Comunicação, que veem o acesso cada vez maior das classes sociais mais baixas à informação de todos os níveis, um risco para manutenção do próprio status quo.
São estas elites que tentam manter o controle da mídia, do acesso à informação e a hegemonia social das castas.
Mas esta revolução é imparável; e é ela quem vai fazer estados miseráveis como Maranhão – que já teve o próprio Dino no poder – desenvolver-se na marra.
Diante deste avanço, o comunista maranhense pode continuar lutando contra seus moinhos de vento, a La Don Quixote de La Mancha, clássico personagem literário.
Ou pode ir à praça, caçar Pokémons, para ficar num termo mais apropriado à revolução tecnológica.
A divulgação do Censo 2022 feita pelo IBGE nesta quarta-feira, 28 de junho, trouxe uma frustração a políticos e partidos nas cidades de São Luís e São José de Ribamar, pois muitos nutriam a esperança de aumentar o número de assentos disponíveis no parlamento de acordo com o resultado do crescimento populacional. Tanto a capital como a cidade balneária vão manter a quantidade de parlamentares, 31 e 21, respectivamente.
Em São Luís vivia a expectativa de subir de 31 para 33, porém o número total de habitantes de 1.037.775 milhão, mantém a capital na faixa de Municípios com população entre 900 mil e 1,05 milhão de habitantes podem ter até 31 vereadores, baseado na Constituição Federal.
Já São José de Ribamar vai manter o número de 21 vereadores, pois a cidade ficou na faixa de Municípios com população entre 160 mil e 300 mil habitantes podem ter até 21 vereadores. A expectativa era que duas novas vagas fossem abertas, pois acreditavam que o município passaria dos 300 mil habitantes, mas ficou com 244.579 mil.
Não vai ocorrer mudança na quantidade de vereadores também nas cidades de Imperatriz, Balsas, Timon, Caxias, Paço do Lumiar, Açailândia, Codó e Bacabal, as dez maiores do estado.
No Maranhão, a cidade com menor número de habitantes ficou Nova Iorque com 4320 moradores. A população geral do estado ficou em 6.775.152 milhões.
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino (PSB), destacou nas redes sociais a inelegibilidade de oito anos do ex-presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Dino disse que o TSE, com sua decisão, mandou mensagens importantes.
“Do julgamento do TSE emanam importantes mensagens: 1. Mentir não é ferramenta legítima para o exercício de uma função pública; 2. Política não é regida pela “lei da selva”, em que o mais forte tudo pode. A democracia venceu o mais duro teste de estresse das últimas décadas”, afirmou.
O ministro também disse que após a decisão do TSE, estará encaminhando a Advocacia Geral da União um requerimento para analisar uma ação de indenização contra o ex-presidente da República.
“Decisão do TSE prova a perpetração de ataques abusivos ao Sistema de Justiça e à ordem jurídica. Por isso, enviarei requerimento à AGU visando análise de ação de indenização pelos danos causados ao Poder Judiciário da União e à sociedade, em face da conduta do Sr. Bolsonaro”, finalizou.
O Blog Maranhão de Verdade revelou que o ex-deputado Juscelino Rezende, se envolve em mais uma polêmica que abala suas estruturas. Márcia Rezende, irmã Juscelino, e tia tanto do Ministro das Comunicações, Juscelino Filho, quanto da prefeita Luanna de Vitorino Freire, recentemente veio a público com acusações graves contra seu próprio irmão. Ela alega que Juscelino é responsável pela morte de seu pai, Seu Rezende, e sua mãe, Dona Lecy, e que ambos faleceram sem falar com o filho.
Juscelino Rezende sempre se envolveu com vários problemas, tanto no âmbito político quanto pessoal, conforme divulgado por vários blogs e site nacionais.
A acusação de Márcia Rezende contra Juscelino tem gerado impactos na família e no cenário político da Cidade. Juscelino Filho, Ministro das Comunicações e sobrinho de Márcia, se viu no centro das atenções devido ao envolvimento de seu pai nas alegações de assassinato. A prefeita Luana de Vitorino Freire, também sobrinha de Márcia, enfrenta um dilema pessoal ao tentar equilibrar sua relação familiar e suas responsabilidades como líder política.
A incerteza paira sobre como Juscelino Filho irá lidar com essa situação delicada, que coloca em xeque não apenas sua reputação política, mas também sua relação com sua família.
As acusações feitas por Márcia Rezende contra seu irmão Juscelino têm abalado as estruturas da família Rezende e gerado uma grande repercussão.
Desta acusação, surge no imaginário popular a indagação imediata sobre a motivação que poderia levar Juscelino a matar seus pais.